30 de ago de 2009

Crazy Cats

Esta é a melhor compilação de gatos brincalhões, tolos e loucos que já vi.

28 de ago de 2009

100 Dias

Restam somente 100 dias até a reunião a respeito do clima em Copenhagem, pelas Nações Unidas, onde ações urgentes serão adotadas por líderes mundiais de maneira a salvar o clima do mundo.

Ativistas do Greenpeace da China mostraram esculturas em gelo de 100 crianças no Templo da Terra em Pequim, para simbolizar o “futuro desaparecendo” a 1.3 bilhão de pessoas na Ásia, que sofrem risco sério de falta de água devido às mudanças climáticas. Esse evento, igualado na Índia por por outra escultura de gelo, marca a contagem regressiva de 100 dias antes da reunião das Nações Unidas.

As esculturas derretendo de 100 crianças foram feitas de água glacial do Himaláia, da fonte dos rios Yangtse, Yellow e Ganges. A escultura na Índia representa um mapa mundi gigantesco, construído em Nova Deli e mostrando um mundo que é “levado embora pelas águas”, para denunciar o derretimento das calotas polares.


Momento de responsabilidade

As últimas pesquisas científicas mostram que impactos climáticos devastadores poderão ser evitados, ao se diminuir a emissão mundial de gases após 2015, de forma a manter o aquecimento global anual abaixo de 2°c.

O Greenpeace International passa a bola à frente, pedindo aos que se importam com essa tentativa de deter as mudanças climáticas que se unam à luta e façam suas partes. Veja lugares onde vocês podem ajudar:

Adopt a Negotiator: Um projeto para rastrear e relatar as atividades de países e seus representantes de maneira a ver como andam as mudanças para a reunição das Nações Unidas.

COP-15: Página da reunião de Copenhagem, trazendo sempre as melhores notícias e informações.

It's Getting Hot in Here: Um blog de movimento jovem seriamente envolvido em relatar e denunciar as atividades climáticas criminosas mundo afora.

United Nations Framework Convention on Climate Change: O site oficial das Nações Unidas para a proximidade e acontecimento da reunião.



Querem saber mais? A fonte e notícia completa estão no Greenpeace International.

19 de ago de 2009

Denúncia

Em sequência à exposição pelo Greenpeace de uma indústria petrolífera secreta, destinada a ocultar do grande público suas ações (as quais vão contra a legislação climática nos Estados Unidos), todas as outras maiores indústrias petrolíferas foram colocadas sob observação, de forma que ninguém caia no mesmo erro.

Durante a denúncia, um memorando “vazou” da API (american petroleum institute), revelando seu pedido aos membros para que “mascarassem” seus empregados como “cidadãos em prol da energia limpa”, em corridas de carros pelo país durante o mês de agosto. Essa tentativa de enganar políticos e opinião pública, ao forjar uma falsa imagem preservacionista, foi denunciada pelos ativistas do Greenpeace que faziam campanha na sede da API em Washington.

Os ativistas também conseguiram erguer um banner que dizia “Fraude climática financiada por grandes petrolíferas”, junto das logos de gigantes do petróleo como ExxonMobil, Shell, BP e Chevron.

Leia a notícia na íntegra no Greenpecae International.

18 de ago de 2009

Piadas


Aquele rapaz de tão pobre vivia numa casa infestada de ratos.

Um dia resolveu dar um fim nos animais. Arranjou uma ratoeira emprestada, mas, como não tinha queijo para colocar, ele teve uma idéia brilhante: colocou um papel, onde se lia: "Vale um Queijo".

Ao acordar no dia seguinte, foi conferir a ratoeira e encontrou um outro papel: "Vale um rato!".

...

Num cinema, ao ar livre, o sujeito nota um sujeito com um cachorro que ri muito do filme.

Espantado, comenta com o dono do animal:

— Rapaz! Eu estou impressionado! Seu cachorro não pára de rir do filme!

— Eu também estranhei porque ele detestou o livro.

Apelo


Atenção aos catarinenses da região. A amiga de uma amiga minha faz o apelo abaixo, e agradeço a quem puder ajudar. Muitos de nós (eu inclusive) sabemos a tragédia que é perder um animal de estimação. É como perder um membro da família. Quem tiver informação, postei na íntegra a mensagem que recebi dela. Deixem comentários, liguem pra ela, entrem em contato. Mas ajudem se virem a gata, que nunca foi deixada sozinha senão antes de ser adotada.

"Minha gata sumiu sábado, dia 15/08, em Praia Brava (Itajaí), mas tem grande chances de estar em Balneário Camboriú. Atende pelo nome de Misha, e quando a peguei, estava abandonada na rua. Quando a perdi, ela estava com uma coleira vermelha.

Peço a quem souber de onde ela possa estar, que entre em contato. Já virei a região de ponta cabeça e até agora nada. Pago recompensa a quem encontrá-la.

Vanessa (47) 9187 8140

Grato a todos que puderem ajudar."

14 de ago de 2009

Travesseiro assassino

Couro

Bertin, a maior exportadora de couro do mundo, está se juntando à luta contra o desflorestamento e mudanças climáticas, e está finalmente fazendo a coisa certa ao aceitar a moratória de não comprar mais gado vindo de criadores que contribuem para o desflorestamento da Amazônia.

Desde que o Greenpeace lançou sua campanha Slaughterin the Amazon (Chacina na Amazônia, em tradução livre), apenas dois meses atrás, foi vista uma resposta impressionante de companhias que lutam para se distanciar da destruição da Amazônia. Grandes companhias produtoras de calçados, como Adidas, Nike, Timberland, Clarks e Geox se comprometeram a não comprar mais couro proveniente da destruição da floresta, e apoiaram a recente decisão da Bertin em se comprometer a não mais comprar gado dessas fontes.

Leia a matéria inteira no Greenpeace International.

12 de ago de 2009

Solar

O Greenpeace foi convidado por autoridades Austríacas para colocar um de seus banners numa usina nuclear. Improvável, mas verdade.

A usina nuclear de Zwentendorf nunca foi operada, e estava largada às traças desde os anos 70. a partir do final de julho, ela foi remodelada para operar como uma usina solar, e o banner do Greenpeace dizia, simplesmente, “Revolução Energética – Solução Climática”.

As operações da usina nuclear foram contestadas em 1978, e um referendo nacional selou seu uso. Bastões de combustível radioativo nuca foram inseridos no reator, que fica à beira do Danúbio, e portanto nunca chegou a produzir energia elétrica. Depois de décadas abandonada, um projeto de 1.2 milhão de Euros transformou as instalações da usina na maior usina solar da Áustria. Essa é uma clara declaração de que a única energia nuclear segura provém do sol.

Thomas Henningsen, chefe de campanhas climáticas do Greenpeace, recebeu da atriz americana Andie MacDowell o prêmio “Salve o Mundo”, numa cerimônia realizada na Áustria para celebrar a inauguração da usina. Esse prêmio é um símbolo da busca por novas fontes energéticas, que não agridam o clima da biosfera mundial e que representem novas soluções quanto a preservação e renovação ambiental.

“Entre todas as ameaças que sociedades e culturas mundiais estão sofrendo, acreditamos que as mudanças climáticas são as mais sérias”, disse Thomas. “Se não agirmos imediatamente, logo veremos bilhões de pessoas lutando por um gole de água, ou por um pedaço de terra no qual se assentar. Só isso já seria suficiente para colocar o mundo em pleno caos, mas além disso ainda perderíamos também metade de nossas espécies, todas as nossas florestas tropicais e recifes de corais.”

Fica a questão: se uma usina nuclear pode se tornar solar e segura, então por que não poderia todo o nosso sistema de energia ser transformado para funcionar sob formas seguras e renováveis?

A fonte é do Greenpeace International.

11 de ago de 2009

Avestruz



Toda terça será dia de piada no 100% Animal. Foi duro encontrar uma que não seja batida, mas esta vai inaugurar a seção.

No interior de Minas, uma galinha pôs um ovo de meio quilo. A história correu e todo mundo queira saber detalhes. Jornais, televisão, repórteres... todos atrás da galinha.

— Como conseguiu esta façanha, Senhora Galinha?

— Isto é segredo de família.

— E seus planos para o futuro?

— Pôr um ovo de um quilo!

Todos vão entrevistar o galo, para obter mais detalhes.

— Como conseguiram tal façanha, Senhor Galo?

— Isto é segredo de família.

— E os planos para o futuro?

— Encher o avestruz de porrada!

8 de ago de 2009

Sorte

Eis aí um pinguim de sorte. Não só deu uma driblada nas baleias e focas, mas também achou um lugar pra se esconder. Sorte também do pessoal do barco, porque as baleias podiam tê-lo virado sem problemas. Muito engraçado.

6 de ago de 2009

Pedrigreè?


Aconteceu em Itajaí.

Há mais ou menos um mês, uma amiga minha ganhou um filhote de Poodle Toy Preto legítimo, da Loja Baby Dog Pet Shop, que fica no shopping da cidade. Ao levá-lo em sua primeira consulta, descobriu que não era poodle, não era toy, mas pelo menos era preto.

Como não é uma conhecedora de raças, não acreditou muito que uma loja dentro de um shopping iria forjar a legitimidade do cão. Levou então a outro vetrinário da cidade, onde ele foi classificado como SRD (sem raça definida). Procurou a loja, onde o proprietário disse que se ela devolvesse o cachorro devolveria o dinheiro.

A questão não é quanto vale um filhote puro ou um "vira lata", mas a ética do dono da loja que até agora não tomou providencia nenhuma. Minha amiga jamais vai devolver seu filhote. Já se apegou a ele e isso não entra nem em questão. O problema é que ela foi lesada, e está tomando medidas legais contra a loja.

Independente de ser ou não um poodle legítimo, o filhote tem o mesmo direito de qualquer outro cão (com pedigreè ou nã0) de ter um lar, ser acolhido, fazer parte da família. O que acho absurdo é uma loja, por não ter ou noção da procedência, ou ética para vender gato por lebre, faça uso do amor as pessoas têm por seus mascotes (antigos ou recém-comprados) para ganhar dinheiro.

Não espero que os cães de raça sejam desvalorizados e que as pessoas passem a somente adotar cães abandonados ou doados, mas sim que possamos amar todos os animais independente de pedigree, que dinheiro nenhum vale o amor e dedicação que esses animais nos dão sem pedir nada em troca, eles apenas querem amor.

3 de ago de 2009

Moratória

Boas notícias sobre a campanha em progresso, para proteger a floresta tropical da Amazônia contra o plantio desenfreado de soja. A moratória de três anos, implantada em 2006 por Ongs, governo e empresas comprometidas com o meio ambiente (como a Nike, por exemplo), ganhou um ano a mais. Com isso, departamentos de fiscalização, organizações como o Greenpeace e o ministério do meio ambiente têm mais tempo para deter a tomada de território florestal por plantadores de soja, impedindo a destruição de mais acres, mudança climática e extinção de espécies.

Entenda o caso: alguns anos atrás, a demanda crescente internacional por soja levou fazendeiros e plantadores a acelerar o desflorestamento, para ter mais espaço para o plantio de soja. Em 2006 o Greenpeace lançou a campanha “Eating up the Amazon” (comendo o Amazonas, em tradução literal), um relatório que mostrava as ligações da necessidade comercial/alimentar do mundo por soja, versus conglomerados industriais e a destruição da floresta amazônica.

Respondendo à pressão de grupos de preservação e ao governo, negociantes de soja concordaram em uma moratória de 3 anos, que teve início em 2006. Esse passo deu início a um período de reflorestamento de áreas desmatadas, e um controle maior sobre o território destinado à plantação comercial. Mas 3 anos depois, o tempo ainda não foi suficiente para sanar todo o problema e, sem uma prorrogação do prazo, muito ou todo o trabalho feito até agora teria sido perdido.

O anúncio da extensão na moratória foi feito pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o Soya Working Group (companhias europeias que apoiaram a moratória em 2006, de forma a poderem garantir que a destruição da Amazônia não fosse ligada a seus produtos alimentícios).

A fonte está no Greenpeace International, onde podem ser enviadas mensagem de apoio, divulgação e demais ações, de afiliados ou não.

Participem.

1 de ago de 2009

Japão


É um fato revoltante. Principalmente devido à suposta evolução e esclarecimento da espécie humana frente às outras, que teima em dizer que somos, de alguma forma, superiores às outras.

A questão é que o Japão é infame e notoriamente conhecido pela liberação descarada, amparada por sua constituição arcaica, da caça e matança de baleias e golfinhos. Todos os anos, milhares de membros dessa espécie são assassinados sem qualquer ética, usando, contra seus opositores mundiais, a premissa de que faz parte de sua cultura ancestral.

Mas a verdade é bem mais terrível que isso. Nela, consta o fato de que milhares de animais são mortos ou por pura diversão de caça, ou para suprir um nicho gastronômico japonês que é, sabido, uma real minoria. Golfinhos e baleias, que escapam de embarcações destinadas a sua caça predatória e desleal, são atraídos à praia e pisoteados, esfaqueados, mortos a tiros e destroçados simplesmente pela diversão popular contida na ação.

E não importa quantas pressões tenham sido feitas pela comunidade ecológica e de preservação mundial. O governo japonês continua afirmando que, por ser parte de um hábito enraizado na cultura nacional (o que é uma mentira absurda), não pode ou não quer mudar suas leis a respeito.

O que não faz com que a pressão externa (e interna, sendo que a grande maioria no Japão também desaprova essa prática) diminua.

Nesta posatgem falo sobre o filme "Te Cove". Nele, que deve sair entre o final deste ano e início do próximo, é mostrada a realdade nua, crua e desalmada dos assassinatos de animais. Coisa pra botar todo mundo na real, e angariar mais vozes no movimento para deter isso.

The Cove é feito por um grupo de ativistas ecológicos (entre eles, Ric O'Barry, da extinta série de TV "Flipper"), e visa mostrar ao mundo (inclusive ao público japonês), o resultado desse sangrento "ciclo cultural anual".

A fonte desta notícia está neste link, e espero que todos que puderem, quiserem ou desejarem, ajudem a divulgar uma onda cada vez maior de influência, para deter esses crimes.

Toda ajuda, como sempre, é essencial. Muito bem a todos os Flippers.